Invisível Não querendo dar uma de pessoa que não tem mais nada a fazer nessa vida a não ser dar conta da vida dos outros, me considero uma pessoa observadora... Continue Reading
Sobre o "toque" ou sobre o "tocar" (alguém) Eu cresci ouvindo minha mãe dizer: "Nessa vida há apenas três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida"... Continue Reading
Sobre o Grande Iceberg das Escolhas e Descobertas da Vida Esses dias estive a pensar no caminho que fiz para chegar até aqui. As várias situações por que passei, as inúmeras vezes que mudei de opinião, de todas as vezes que julguei minhas verdades como absolutas... Continue Reading
Pois é pessoal, hoje eu completo vinte e um aninhos!! E a lista de pensamentos a respeito só está crescendo.
Primeiro estou muito feliz por isso, afinal quantas pessoas tem sua vida interrompida pelos mais diversos motivos? Se ainda estamos aqui, devemos festejar independente se ser nosso aniversário ou não.
Essa idade marca o fim da boa vida, porque agora qualquer encrenca que eu me meter meus pais não vão mais pra cadeia no meu lugar - isso não quer dizer que eu já dei algum trabalho do gênero, é só mesmo uma constatação; uma segurança a menos. =D
Além disso, dizem que é nessa época que deixamos de contar a idade para os outros, rsrssr, mas felizmente ainda tem muita gente achando que eu tenho 16..!
Hoje tirei férias de estudo, dei um tempo em Inteligência Artificial, Computação gráfica, e até mesmo nas provas de música que tenho para corrigir. Pena não poder fazer o mesmo no domingo...
Ganhei presentes e felicitações como é comum e isso realmente eleva um pouco a minha auto-estima, porque vamos combinar, o que há de mais precisoso nessa vida do que o amor de nossa família e amigos?
Eu pensei dias e dias a respeito dessa postagem, estava pensando em bolar algo legal e que trouxesse alguma reflexão, que fosse um texto não apenas de caráter pessoal, mas a inspiração faltou... Uma das poucas coisas que posso dizer é que sou uma pessoa que estuda Computação, dá aulas de música e simplesmente adora escrever e tentar entender um pouco o pensamento humano.. Talvez eu esteja no caminho errado - ou não -, mas esse é o bacana da Vida, constante aprendizado.
“Seguindo, aparentemente, um costume muito comum, os soldados chegaram ao centro do pátio e pararam junto à fonte circular da deusa Roma. O centurião mandou que retirassem os cavalos que estavam sendo escovados e, enquanto os ginetes desatavam as rédeas, várias dezenas de infantes de folga foram-se aproximando. A notícia da iminente flagelação daquele judeu – que se autoqualificava “rei” dos judeus – havia corrido rapidamente entre os membros da guarnição, que lógico, não queriam perder o acontecimento.
(...) Ouviram-se os cascos dos cavalos afastando-se para uma das esquinas do recinto, e a sessão de tortura começou. Do pelotão de mercenários, haviam sido destacados dois, especialmente robustos. Ambos tinham nas mãos diferentes tipos de flagrum, ou látego curto, de cabo de couro e metal, de apenas trinta centímetros de comprimento. De um deles partiam três correias de uns quarenta ou cinqüenta centímetros cada uma, providas nas extremidades de diversos pares astrágalos (tali) de carneiro. O outro verdugo acariciava as argolas de ferro de sua plumbata,da qual saíam duas tiras de couro, providas de um par de bolinhas de metal (possivelmente chumbo) em cada ponta.
A um sinal do oficial-em-chefe, dois soldados da escolta colocaram o Mestre diante de um dos quatro marcos, de quarenta centímetros de altura, que rodeavam a fonte e eram utilizados para amarrar as rédeas dos cavalos.(...) Com um puxão, o mercenário o obrigou a inclinar-se para o marco de pedra e depois prendeu a corda na argola metálica que coroava a pequena coluna. A altura do Galileu e o pequeno tamanho do marco obrigaram-no, desde o primeiro momento, a separar as pernas, o que resultou numa postura muito forçada. (...) Em meio a um silêncio expectante, o mais alto, colocado à direita do Mestre, levantou seu flagrum de cauda tríplice e lançou um terrível golpe na espádua de Jesus, ao mesmo tempo que iniciava a contagem:
__Unus!
A chicotada foi tão brutal que os joelhos do réu se dobraram, cravando-se no duro piso do pátio com um som seco. Mas, num movimento de reflexo, o Galileu voltou a erguer-se, exatamente no momento em que o segundo verdugo descarregava um novo golpe com seu flagrum bífido.
__Duo...!
__Tres...!
__Quattour...!
(...)O entrechoque dos ossinhos e das bolas de metal foram o único som perceptível durante os primeiros minutos. Jesus, totalmente encurvado, não havia deixado escapar um só gemido. Os astrágalos e as peças de chumbo caíam-lhe sobre a espádua, arrancando de cada vez algumas porções de pele. Desde o primeiro açoite, vários filetes de sangue haviam começado a correr pelo corpo, deslizando para os flancos e gotejando sobre o pavimento.
(...)Ao trigésimo açoite, o réu desabou, mantendo-se de joelhos, com os dedos fortemente presos ao aro de metal da coluna.
As costas, ombros e região lombar estavam encharcados de sangue, com inúmeros hematomas azulados e grandes como ovos de galinha. As correias, por sua vez, iam traçando dezenas de estrias, como se fossem arranhões, de tonalidade violácea. A presença daqueles múltiplos hematomas, alguns dos quais começavam a estourar, levou-me a pensar que a dor que Jesus de Nazaré suportou naqueles primeiros minutos deve ter atingido o paroxismo.
Mas, felizmente para ele, os golpes, descarregados com tanta sanha quanto precisão, foram abrindo muitos dos hematomas, convertendo as costas em um rio de sangue e, conseqüentemente, diminuindo a dor.
__Quadraginta!
O açoite número quarenta marcava os quatro ou cinco minutos do suplício. Mas, em vez de estremecer, como havia ocorrido nos golpes anteriores, o corpo do Nazareno não reagiu mais. Cívilis levantou sua vara de videira e deu por encerrada a flagelação.
(...) Embora o suplício tenha terminado no golpe de número quarenta, coincidindo, assim, casualmente, com a fórmula judaica de flagelação, a intenção de Pilatos, que acompanhava impassível e silencioso o desenrolar da tortura, era que o massacre prosseguisse. (...) Assim, uma vez esgotado o conteúdo da vasilha, o centurião ergueu seu bastão e cada verdugo tomou seu flagrum para prosseguir o castigo.
__Unus!
Aquele novo golpe e os que se seguiram foram aplicados especialmente nas coxas, nádegas, ventre e parte dos braços e tórax. As costas, dessa vez, foram poupadas.
Os golpes das correias, que enroscavam as pernas do Mestre, obrigaram-no a uma suprema contração dos feixes musculares, em especial os situados nas faces posteriores das coxas, que assim ficaram mais vulneráveis. Rapidamente a pele foi abrindo-se e a conseqüente hemorragia foi muito mais intensa que a das costas.
(...)O verdugo cantou o número dezoito lançando seu látego sobre o peito do réu. E uma das parelhas de ossinhos de carneiro deve ter ferido o mamilo esquerdo de Jesus. A intensíssima dor provocou um movimento de reflexo e o gigante se ergueu com todas as forças, ao mesmo tempo que seus dentes – solidamente apertados uns contra os outros – abriram-se , deixando escapar um gemido lancinante. Era o primeiro lamento do rabi.
(...) O golpe de número quarenta, que na realidade era o de número oitenta, se levarmos em conta os quarenta primeiros, caiu sobre um homem praticamente aniquilado. O Mestre, com o corpo deformado pelos hematomas e todo banhado de sangue, pouco se movia. Seus imperceptíveis lamentos iam enfraquecendo e, agora, só ressoava no pátio o ruído dos látegos cravando-se em sua carne e a respiração cada vez mais ofegante dos verdugos, visivelmente esgotados.
(...)Cívilis, que vinha observando o progressivo esgotamento dos verdugos, dirigiu um olhar significativo a Lucílio, o gigantesco centurião que eu havia visto no apaleamento do soldado romano. O da Panônia compreendeu a intenção de primus prior e, abrindo passagem aos empurrões entre os membros da corte, ergueu os braços, pegando no ar o flagrum do soldado colocado à direita do Mestre, quando este estava pronto para desferir um novo golpe.
A súbita presença daquela torre humana empunhando o látego de tríplice cauda foi suficiente para que ambos os carrascos se afastassem, deixando-se cair, quase sem respiração, nas lajes do pátio.
E a soldadesca, conhecedora da força e da crueldade do oficial, ficou em silêncio, atenta a todos os movimentos daquele urso.
Lucílio acariciou as correias, limpando o sangue com os dedos. Depois, colocando-se a um metro do flanco esquerdo do prisioneiro, levantou seu braço direito e lançou um golpe preciso e feroz sobre a parte baixa das nádegas de Jesus. A chicotada deve ter atingido o cóccix e a aguda dor reativou o sistema nervoso do rabi, que chegou a erguer-se por alguns segundos. Mas, em meio a grandes tremores, seus músculos falharam e ele caiu sobre os joelhos.
A soldadesca acolheu aquele calculado ataque com uma exclamação que se iria repetindo a cada chicotada:
__ Cedo alteram!
Um segundo golpe, dirigido desta vez à parte posterior do joelho esquerdo, tirou um gemido do Mestre, enquanto os mercenários repetiam, entusiasmados:
__Cedo alteram!
O terceiro, o quarto e o quinto golpes caíram sobre os rins.
__Cedo alteram! Cedo alteram! Cedo alteram!
A sexta e a sétima chicotadas se centraram em cada um dos pavilhões auditivos de Jesus. E, quase instantaneamente, de ambos os lados do pescoço, correram grossas gotas de sangue. O Mestre inclinou a cabeça sobre a argola de metal e o centurião buscou o flanco direito, despejando toda a sua fúria sobre o umbigo de Cristo.
__Cedo alteram!
(...)O nono golpe, desferido pelo colosso no dilacerado flanco direito de Jesus – e suponho que de maneira calculada sobre os músculos denteados já abertos, com a intenção de disparar assim a bloqueada respiração do réu -, produziu um som oco, como se os ossinhos houvessem golpeado diretamente as costelas.
(...) Pilatos olhou para o corpo imóvel e ensangüentado do rabi e hesitou. E sorriu com sarcasmo. Jamais me esquecerei desse gesto. Aquele demente parecia ter-se deliciado com o selvagem castigo (...) e, antes de retirar-se do pátio, ordenou a Cívilis que cuidasse do Galileu e o levasse à sua presença assim que fosse possível.”
Estes trechos foram retirados do livro Operação Cavalo de Tróia 1. Resolvi transcrever partes aqui e vocês já devem imaginar o por quê. Hoje é celebrada a Paixão de Cristo, “o dia cristão que marca o julgamento, condenação, martírio, morte e sepultamento de Jesus Cristo”. Mas infelizmente muito se perdeu, para muitos essa data não passa apenas de um feriado, um dia de folga que as pessoas aproveitam para viajar, beber e outros divertimentos.
A parte transcrita aqui se refere apenas ao castigo aplicado a Jesus antes da Via Sacra. A postagem foi proposital, porque na verdade, por mais que guardemos este dia de acordo com a tradição, pouquíssimas vezes – ou talvez nunca – temos real noção do que foi este enorme sacrifício por amor a cada um de nós. Pensem nisso, meus amados, eu também o estou a fazer. Que não só hoje, mas sempre possamos nos lembrar e principalmente respeitar e agradecer por esse imenso gesto de amor. Uma feliz e iluminada Páscoa.
Este fim de semana estive ausente de minha cidade natal porque fui até à capital prestigiar o 6º Salão do Livro do Tocantins. Esta é uma bela iniciativa do governo estadual que reúne durante dez dias na Praça dos Girassóis (se não me engano a segunda maior praça do mundo, perdendo apenas para a Praça Vermelha em Moscou), um salão com venda de livros, apresentações teatrais e musicais, além de palestras e shows artísticos.
Os homenageados do salão este ano foram Carlos Drummond de Andrade e Odir Rocha.
Como eu disse, é uma iniciativa muito bacana que de uma maneira ou de outra acaba por influenciar o hábito da leitura em nosso país. Obviamente isso não é suficiente, mas pode ser considerado um primeiro passo para que a triste realidade de alienados do Brasil mude.
Peço desculpas pelo tique atrasado, afinal teria sido mais interessante tratar desse assunto antes do evento começar do que agora que já acabou, e a próxima edição (sétima) acontecerá apenas em 2011. Mas ainda é válido, pois posso passar ainda um pouquinho do delicioso gosto que é estar num lugar assim!!
Para ver a galeria de fotos, ou quem mais passou por lá, é só dar um pulo no site: http://salaodolivro.to.gov.br/
Antigamente, quando eu tinha tempo sobrando pra assistir TV, ouvir rádio e etc., eu gostava de dar opinião sobre tudo por estar sempre mais ou menos informada. Mas a vida adulta me chama (rs), e por esse motivo meu tempo diante da televisão reduziu muito - rádio eu não ouço mais. E o único momento que tenho é das 17:30 às 18:40 aproximadamente, período de intervalo entre meu emprego e a faculdade.
E justo nesse período é exibido a novela das 6 e Malhação(!!!!). Tudo bem, sei que já passei da idade disso, que assistir uma temporada é suficiente por dez anos porque o roteiro não muda. Mas por outro lado, podemos enxergar as coisas de maneira mais crítica.
E o que tem me chamado atenção nessa nova temporada (de Malhação) é o apelo desesperado para as coisas que fizeram sucesso a anos atrás. Está certo isso é que nem Moda, de repente calça de cós alto começou a fazer um tremendo sucesso como se fosse a descoberta do século. Mas é deprimente o que essas novas bandinhas tem feito com os "grandes clássicos" dos anos 80 e 90 (eu acho).
Dando um olhadinha lá na Wikipédia, tem um pedacinho que diz quais são as faixas do último Cd Nacional da série e vejam que encontrei 'Rádio Pirata' do RPM, 'Meu erro',dos Paralamas do Sucesso, 'Lanterna dos Afogados', 'Ciúme', 'Sonífera Ilha', 'A fórmula do amor', 'Serão extra', e o que dizer do 'Só você' que o Fiuk regravou estragou??
Tem outras lá mas não sei dizer se são regravações ou não e também não fui conferir, né pessoal? Mudanças sempre são bem vindas -embora eu não às aprecie muito- quando teoricamente são para melhor. Mas o que vejo são apenas pessoas que esqueceram de sair da adolescência e cortam seus cabelos de modo ridículo, enfeitam a voz até não poder mais, põe uma roupinhas escronchas e super coloridas (várias delas imitando aquelas dos anos 80 que eu via nos filmes da Sessão da Tarde quando era criança) e a garotada assiste a tudo isso (se) achando o máximo. Toda essa preocupação externa, mas ainda assim faltando o principal: conteúdo.
O que me preocupa na coisa toda é o futuro. A maioria desses adolescentes parecem acreditar que essa fase durará a vida inteira, e que seus papais também estarão por ali. É difícil imaginar essa sociedade em crescimento como um grupo de adultos responsáveis e coesos.
Eu sinceramente gostaria que os tempos voltassem a ser como na época que minha mãe conta, havia limites e mesmo assim as pessoas eram mais felizes e saudaveis. Mas atualmente isso parece improvável, porque os interesses são outros. Quem possui o poder de influenciar as massas não está interessado em pessoas felizes e saudáveis, mas sim no que podem faturar sobre elas.
Eu defendo o equilíbrio em nossa vida. Devemos experimentar um pouco de tudo, até de cultura inútil, mas a partir do momento que isso passa a ser o 'certo', vejo que temos de rever alguns conceitos. Há uns três anos atrás eu acreditava que aqueles tempos de rigidez excessiva pudesse voltar - adolescentes de hoje (ou amanhã) que tentariam impor aos seus filhos o limite que não receberam- mas acho que já está na hora de eu procurar novas teorias sobre o futuro...
O primeiro deles foi da Maria Alice do BLOGAT, a quem eu pelo carinho dedicado!
E o segundo, terceiro e quarto vieram da Ju, dona do Merda, falei! Os dois primeiros (segundo e terceiro) têm como regra apenas repassar para outros dez blogs. Já o quarto, como foi dito pela Ju, "é um desafio. que consiste em mostrar a sua relação com os pecados capitais, de acordo com as definições abaixo:"
" * Gula: Comer a toda a hora e/ou além do necessário;
* Avareza: Cobiça de bens materiais e/ou dinheiro;
* Inveja: Desejar atributos, status, posses e/ou habilidades de outra pessoa;
* Ira: É a junção dos sentimentos de raiva, rancor e ódio. Por vezes é incontrolável;
* Soberba: Falta de humildade, alguém que se acha auto suficiente;
* Luxúria: Apego aos prazeres carnais;
* Preguiça: Aversão a qualquer trabalho ou esforço físico."
Então tá!!
- Gula: não sou gulosa. Vez ou outra dá aquela vontade de comer algo mesmo que não haja a fome, mas são raros esses momentos. Na maior parte do tempo ouço minha mãe dizer que eu devia comer mais e melhor!!
- Avareza: Um dia cheguei pra um amigo e disse assim: "estou ficando impulsiva por compras.. estou me estranhando.." e ele disse: "ahh, isso é normal, toda mulher é assim!". Então retruquei: "Mas eu não era assim!!! Isso não está certo!", ao que ele indaga: "Então só agora você virou mulher??!!!". Confesso que às vezes exagero, mas não acho que já tenha virado uma pessoa avarenta, há outras coisas que valorizo mais que dinheiro ou bens materiais, coisinhas que não tem preço..
- Inveja: Já ouviram falar da tal "invejinha boa"? Aquela do tipo que a pessoa tá de boa e você diz descontraídamente "estou com uma invejinha boa de você!". Tudo bem, nenhuma inveja é 'boa', mas tem aqueles momentos que você se coloca no lugar do outro e pensa que seria bacana usufruir - mesmo que uma vez na vida - da vida dele, mas como eu disse, não é aquela fixação tipo vilã-de-novela-da-globo, e logo passa!
- Ira: esse é um que eu tenho que melhorar. Tenho o péssimo defeito de guardar muitas das coisas que me desagradam ou chateiam. Então, num belo dia, quando o balão onde ponho esses sentimentos fica cheio e explode, eu acabo magoando muitas pessoas amadas, e geralmente não merecedoras da minha ira. Também estou tentando melhorar.
- Soberba: Eu bem que queria ser auto suficiente às vezes, mas já percebi que isso é humanamente impossível. O que acontece é que às vezes passo essa impressão, mas felizmente não corresponde à realidade.
- Luxúria: Não, não sofro disso. Só fico muito triste de a mídia fazer o que faz com a cabeça das pessoas hoje, banalização do sexo e tudo o mais.
- Preguiça: De todos os pecados, este é o mais comum. Tenho sim uns surtos dela de vez em quando, mas a maior parte do tempo fica difícil distinguir a preguiça do cansaço que sinto o tempo todo. :)
Caramba! Aconselho a todos fazerem isso aqui de cima. Realmente é uma tremenda auto análise, e ainda faz-me rir à beça, porque lembro que existem algumas pessoas que acham que sou uma santa, rsrsrs.
Outro dia enviei um e-mail para alguém expondo alguns sentimentos (coisas por mim consideradas pessoais e que eu pensaria várias vezes antes de enviá-los a qualquer um).
A pessoa do outro lado ficou surpresa com o tal e-mail e disse-me que até podia ver-me em frente ao computador na dúvida se deveria ou não enviar...
Esse acontecimento me fez refletir sobre dúvida e medo. É interessantíssimo como queremos ser notados - é hipocrisia alguém dizer que não -, por mais que não queiramos um destaque nacional no horário nobre da Rede Globo, todo mundo gosta de receber um elogio vez ou outra, é uma maneira de saber que outras pessoas perceberam que você está ali, que sua presença faz alguma diferença.
Mas apesar de querermos isso, passamos a maior parte do tempo nos escondendo, sempre ficamos na dúvida de se vamos ou não agradar, ou em outras palavras, não vamos chocar e afastar alguém. Então entramos num paradoxo - ao menos eu entro =D - "quero aparecer, mas não sei se quero me mostrar", ou "quero aparecer, mas não sei se os outros vão gostar do que irão ver"...
Tudo bem, talvez eu esteja me preocupando demais com o que os outros dirão ou pensarão. Mas devemos levar em consideração que vivemos em sociedade, e que a opinião alheia conta sim. Claro que não devemos nos limitar a ser, pensar e/ou fazer apenas o que essa sociedade dita, mas geralmente o fazemos.
Dúvidas, medo, aceitação.
Algumas coisas poderiam ser mais simples, não?
Ou poderíamos simplificar mais as coisas... O chato é que isso tiraria o brilho da maioria das coisas.
Olá a todos! Quantas saudades... Não me lembro de quando foi a última postagem, mas sei que me parece ter sido há muito tempo atrás; mas como sempre existe um porquê, essa minha ausência tanto de postagens quanto de comentários deve-se apenas à correria do dia a dia, trabalho, faculdade, etc.
E neste retorno é com muita felicidade que anuncio que ganhei meu primeiro selinho, e foi da Mile Corrêa do Gaveta Aberta!!
De acordo com as regras postadas lá devo repassar à dez pessoas e também contar à vocês um "lindo momento" de minha vida..Vamos começar pelos ganhadores (rs) e depois a história.. :)
Eu passei estes últimos dias pensando a respeito do que contar e digo que não é tarefa fácil escolher um momento especial que vale tanto a pena ser contado, mas a única coisa não me saiu da cabeça e acho que não há como não falar desse momento, foi quando li, logo no ínicio deste ano o tão badalado livro "A cabana"...
Me perdoem se o "badalado" ofende alguém, foi só uma maneira de dizer que para todos os lados que vou, sempre há alguém falando do dito cujo. Acontece que este livro chegou até mim por acaso, faz algum tempo que já não tenho aquela ânsia de ler todos os best-sellers anunciados por aí. Mas aconteceu que no auge do tédio das férias de início de ano o livrinho estava dando sopa do lado do telefone e eu na minha imensa falta do que fazer peguei para lê-lo.
Quem já fez tal leitura e tem um mínimo de sensibilidade sabe do que estou falando. Foi uma das melhores experiências da minha vida, me fez ver um bocado de coisas com outros olhos. Quantas vezes queremos culpar Deus de tudo, - tudo aquilo que não sai do modo como esperamos - e queremos também que Ele esteja lá apenas para cumprir nossas vontades; quantas vezes nos julgamos donos da verdade, senhores da razão... Mas mais ainda, o livro foi capaz de mostar à esses olhos desatentos o quanto mesmo diante de nossa tremenda estupidez Deus é grandioso e misericordioso.
Eu não sei porque alguém aí na História resolveu pintá-lo de mau, um Senhor vingativo que diante de nosso primeiro deslize estará pronto a nos castigar. Tenho a audácia de afirmar que é por causa de conceitos assim que muitos preferem distância e não a proximidade Dele.
Esse livro mudou minha vida? Ahh, acho que essa é uma frase forte demais, e pensando bem não é um livro que vai mudar o rumo das coisas, mas sim a atitude que escolhemos tomar diante do novo conhecimento que bate à porta. Portanto, esse livro trouxe novos horizontes para mim e escolhi ver várias coisas de outras formas e não me fez mal algum, além de proporcionar uma alegria nunca experimentada até então...
Pronto, contei! Agora quero saber dos meus indicados as histórias especiais.