Invisível Não querendo dar uma de pessoa que não tem mais nada a fazer nessa vida a não ser dar conta da vida dos outros, me considero uma pessoa observadora... Continue Reading
Sobre o "toque" ou sobre o "tocar" (alguém) Eu cresci ouvindo minha mãe dizer: "Nessa vida há apenas três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida"... Continue Reading
Sobre o Grande Iceberg das Escolhas e Descobertas da Vida Esses dias estive a pensar no caminho que fiz para chegar até aqui. As várias situações por que passei, as inúmeras vezes que mudei de opinião, de todas as vezes que julguei minhas verdades como absolutas... Continue Reading
Olá! (se é que existe alguém do outro lado...)Essa semana que passou foi enriquecedora, digamos assim...Na segunda-feira participei de um rally forçado para fugir de uma blitz na volta da faculdade, na quarta dei uma de rebelde com o objetivo de boicotar o teste do professor de Redes de Computadores I, quinta foi a formatura do meu pai e aniversário do meu ex, sexta trabalhei até mais tarde achando que não haveria aula na faculdade, e adivinhem só: houve aula na faculdade mas não houve blitzIoI .
Antes disso na mesma sexta-feira, na volta pra casa (do trabalho para casa) venci mais uma neura... passei em frente à casa que meu ex. morava há cerca de dez meses atrás quando foi passar o natal com a família e não retornou, nem para terminar comigo de maneira decente. Bem, levando em consideração que foram quase dez meses evitando aquela rua e aquele lado da calçada, considero isso um avanço, assim como estou realmente feliz por ter boicotado a lista de exercícios que o professor provavelmente está esperando que mandemos para o seu e-mail.
Estou decidida a lhe dizer que de agora em diante só respondo exercícios ou faço testes se ele explicar o conteúdo antes (coisa que não aconteceu durante todo o semestre). Se esse singelo pedido não funcionar, serei obrigada a me dirigir até o coordenador do curso. E se isso também não funcionar... eles terão uma menina muito furiosa que não medirá esforços para conseguir o que quer.
Essa semana também dediquei menos do meu precioso tempo ao MSN e ao Orkut e investi essas horas na minha adorável e irresistível cama! Estou lotando meu HD com filmes e séries, que como disse anteriormente fazia muuito tempo que não os assistia. E nesta madrugada de sábado para domingo, lá fui eu assistir o filme descobri quando li o anúncio de lançamentos da semana na página do Hotmail algum tempo atrás. Sério, poucas sinopses me deixaram tão curiosas quanto a desse filme.
Bem, estou falando do filme 'Uma prova de Amor' (My sister's keeper) -sinceramente, quem decide o nome dos filmes em português deveria ser afastado do cargo...- mas não é sobre isso que quero falar. Certo! Talvez eu não entenda nada de cinema mesmo, mas é um filme lindo e muito comovente. Ele conta a história de uma menina que entra na justiça contra os pais para ter direito a emancipação. Ela foi concebida através de uma combinação genética com o objetivo de salvar a vida de sua irmã, que sofria de leucemia.
My sister's keeper é um convite à reflexão e às lágrimas; mais uma forma de nos mostrar que no final das contas, tudo o que buscamos é o amor, e que só o amor basta.
De fato não pude perceber a relevância da obra de Machado de Assis quando fui obrigada a lê-la no meu segundo grau. A única coisa que meus olhos infantis viam ali era um conjunto de palavras arcaicas e uma leitura extremamente enfadonha.
A verdade é que há coisas que necessitam de um momento certo para serem apresentados, ou de um preparo. Isso não se dá apenas na literatura, mas em muitas coisas da vida, como por exemplo o Livro do Apocalipse... Realmente não é saudável uma criança de 12 anos lê-lo sem um preparo psicológico e/ou religioso, a não ser que ela queira passar noites e noites de vários meses com dificuldades de dormir, assombrada.
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Ontem no Fantástico, a atriz Fernanda Montenegro foi entrevistada. Ela completou 80 anos este ano, e está em ótima forma por sinal... Perdoem a ignorância, mas talvez daqui a uns dez anos eu possa entender o alarde que fazem em volta de sua carreira de atriz. Muito bem, ela é boa, eu só não entendo por que ela é considerada uma das maiores/melhores atrizes do Brasil.Assim como não entendo por que o Roberto Carlos é o rei (só consigo associá-lo aos especiais de fim de ano, sempre com as mesmas músicas e figurino), e a Xuxa, rainha dos baixinhos...
Mas voltando à Fernanda, o que me impressionou mesmo foi sua sabedoria! Questionada pela repórter sobre em que situação se sentiu uma atriz excepcional, ela sem pestanejar disse que não revelaria que papel a fez sentir assim, porque aquele momento que para ela parecia o ápice, aos olhos de outros, poderia não surtir o mesmo efeito.
E ela tem razão. A maneira como enxergamos o mundo certamente difere da maneira como o próximo vê. Cada ser foi criado de maneira diferente, obteve impressões diferenciadas a respeito da vida...É por isso que uns se deleitam com a melancolia de Chopin e outros dão a vida por um baile funk.
Essa diferença de pensamentos e valores faz com que cada um veja com a óptica que lhe convém. E se duas pessoas tão diferentes passam a questionar a opinião do outro, será muito difícil chegar a um consenso.
Essa certamente é uma lição que pode ser aplicada a qualquer relação social. Provavelmente nunca iremos concordar inteiramente com o outro. E se essa não concordância puder gerar conflitos desnecessários, o melhor é evitá-los.
Terminei a 1ª temporada da já mencionada bizarra série True Blood. E depois destes 12 episódios, fica uma sensaçãozinha de pavor. A série faz críticas mais que diretas a certas coisas que andam acontecendo por aí. Não sei se crítica é a palavra certa, pode-se dizer então que a série expõe essas diversas situações.
Além do já citado sexo descontrolado, trata do vício das drogas, que transforma o homem em um ser irracional que age apenas pelo instinto ou desejo incontido por essas substâncias. Mostra também o charlatanismo que ainda é bastante comum em nosso país (limito ao Brasil por realmente não saber como isso é tratado nos outros cantos do mundo..), pessoas que se aproveitam da boa vontade, ingenuidade ou pior, da fraqueza dos outros. Em certo episódio, uma das personagens principais paga por uma sessão de exorcismo! Putz! Aquilo foi tão convincente e assustador, que até eu achei que fosse precisar de um também (Deus me perdoe e me livre)... Mas então no episódio seguinte, a personagem vai à farmácia e descobre a curandeira trabalhando como enfermeira...!Quer dizer, até de substâncias alucinógenas ela fazia uso, pra poder tornar tudo mais convincente.
Enfim, vi coisas assim que eu ouvia falar na minha infância e que cheguei a acreditar que eram coisa do passado em minha adolescência, e que hoje, iniciando minha fase adulta percebo que certas situações não mudam apenas tomam uma nova indumentária.
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Nessa última semana, eu basicamente escutei o novo CD do Mika, (de novo e de novo); é viciante. Neste novo CD, ele fala abertamente sobre garotos, a impressão que fica é que o primeiro albúm foi dedicado às meninas e este segundo, aos meninos!
Às vezes eu fico sem entender a minha fascinação, mas pensando um pouco sobre isso,acho que deve ser pela maneira que ele se comporta, como conduz suas músicas, enfim. Com os cabelos sempre por pentear, com as roupas engraçadas e coloridas, e com as brincadeiras que faz com a voz e o piano, imagino que ele acaba transformando em arte aquilo que eu imaginava pra minha vida (não levar tudo tão a sério...).Dar risada das coisas idiotas e valorizar os sonhos e a época em que se vive.
Com este novo CD tive vontade de dançar, isso não acontecia a aproximadamente uns 3 ou 4 anos! E também estou me sentindo como uma adolescente de 15 anos :D
Fiquei pensando a respeito de qual vídeo postar. Pensei, pensei, e acabei por decidir em pôr a música Grace Kelly, que foi aquela que o revelou. Aqui vai uma versão ao vivo...
Agora me respondam: quantos cantores que você conhece, que são capazes de fazer ao vivo o mesmo que fazem dentro de um estúdio? ^^
Era uma vez uma menina que era cinéfila, que amava assistir filmes, não perdia um Oscar, mas que hoje não tem mais tempo nem de se sentar na sala de TV... :(
Atualmente, todas as (raras) vezes que vou à vídeo locadora tomo um susto ao perceber que o filme que vi o trailer anunciando sua estreia nos cinemas já não estão mais na estante dos lançamentos!
Deprimente.
No entanto, embora eu não tenha mais tempo de assistir a filmes como antigamente, ainda tenho o hábito de rever os antigos que me marcaram e que farão sempre parte da minha história.
* Tudo Acontece em Elizabethtown
Bem... Críticas não faltam, mas eu gostei. E acho que todos nós devíamos fazer uma viagem daquele tipo alguma vez na vida (na história, o personagem principal aluga um carro e viaja sozinho pelo país, sem compromisso, sem horário pra chegar. Apenas um momento de apreciação..um momento de Vida).
*Pequena Miss Sunshine
Até hoje tento abstrair 'coisas' desse filme. Ainda não sei dizer exatamente o que tanto me encantou nele! Vai ver foi o programa de índio que essa família fez, tão parecidos com os que eu já passei!! Momentos esses que nos fazem quase explodir de raiva ou frustração no momento em que acontecem, mas que com o passar do tempo acabam virando motivo de boas risadas e ótimas lembranças... O outro motivo pode ser também o fato de ser Família!! Ou seja, aquelas pessoas que você não pôde escolher para estarem ao seu lado, mas que nos melhores e piores momentos sempre estarão/estiveram contigo. Isso é um presente Divino!!
* À procura da felicidade
Adoro histórias de drama, principalmente aqueles baseados em histórias reais. É claro que tem todo aquele lance do cinema, de fazer tudo parecer muuito bonitinho, mas é sempre um impulso, uma maneira de mostrar que todos nós estamos sujeitos a tristezas, fracassos. E que às vezes não faz mal ultrapassar algumas barreiras ou preconceitos para seguir em busca daquilo que se almeja.
Ponto interessante do filme: quando o pai diz ao filho "Nunca deixe ninguém te dizer que não pode fazer alguma coisa, nem mesmo eu.(...) Se você tem um sonho, tem que correr atrás dele. As pessoas não conseguem vencer e dizem que você também não vai vencer... Se você quer uma coisa, corre atrás, ponto."
* Orgulho e Preconceito
Ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas espero fazê-lo em breve. Esse filme, como foi dito no making-of, mostra uma época em que os relacionamentos eram bem definidos. O local de 'paquera' eram os bailes, e o negócio era 8 ou 80. Não era como hoje, em que você beija alguém e: ou aquilo não significou nada, ou você fica um certo tempo sem saber direito do que se trata. Outra coisa também que me deixou impressionada: o mais lindo filme de romance que assisti e que não possui Uma cena de beijo, ou sexo, ou seios, enfim...
Maaas se bater a curiosidade, tem a cena do beijo nos extras! =D
E o mais "recente":
*Wall-E
Essas animações sempre foram minha perdição. Além de ficar pensando por horas no trabalho gerado para que se obtenha tal resultado, as histórias são sempre mais interessantes que aquelas feitas com pessoas reais. Essas animações funcionam como parábolas modernas. E este filme tem o mérito de transmitir uma mensagem super legal quase que só usando imagens. São poucos os diálogos ao longo do filme. E claro, sua história, a crítica feita à humanidade de maneira bem humorada e direta.
Meu amigo disse: "Estou assistindo uma série, mas acho que você não vai gostar... É muito forte, muitas cenas de sexo, muito chocante..."
E eu fiquei me perguntando o porquê da certeza dele de que eu não iria gostar do tal seriado... Pra matar a dúvida, no fim de semana eu criei coragem e fui assistir...
Não é que tenha cenas de sexo muito fortes, só é praticamente pornográfico! :O
Porém o mais embaraçoso não é isso, a questão é que, por mais que sejam situações fictícias (bem fictícias já que existem vampiros na história), isso não está muito distante da realidade do mundo hoje.
A meu ver, houve uma grande distorção de valores. Antes se reclamava porque tudo era rígido demais, e nas décadas seguintes, as pessoas foram afrouxando os limites e hoje o mundo virou de ponta cabeça. O que antes era certo, ficou 'careta' e caminha para o status de errado. O que era errado se tornou aceitável, e por esse motivo ver alguém se drogando ou prostituindo não é mais motivo de espanto para as pessoas. A Morte e a violência então, foram completamente banalizadas! No tempo em que ainda assistia jornal me lembro de sentar perto de minha mãe e perguntar: "Quantas pessoas morreram hoje lá no Iraque?"
Muitas coisas foram reduzidas à números, principalmente mortes. Não temos mais aquela capacidade de compreender que cada unidade daquela possuía uma vida, uma história, e muitas pessoas que sentirão sua falta.
O sexo então, virou comércio. Atualmente praticamente não se vê um filme que não possua cena de sexo. Às vezes isso nem vem ao caso na trama, mas eles sempre dão um jeitinho de mostrar um par de seios na telona. Isso contribui para a precocidade de nossas crianças, para que os jovens passem a acreditar que tudo é permitido, e que certo ou errado, não haverão consequencias...
Eu vou terminar de assistir o seriado (True Blood), mas confesso que com um sentimento de culpa. Eu sei de mim, sei que não vou sair por aí fazendo o que vejo diante da TV, mas não deixa de passar pela cabeça que eu poderia gastar meu tempo com coisas mais construtivas. :(
Duas coisas me encabulam:
1- A que horas isso é exibido lá nos Estados Unidos???
2-E como a revista Capricho foi capaz MENCIONAR essa série na revista para pré-adolescentes? Imagina o que acontece se uma menina de 14 anos baixa um episódio desses pensando que vai encontrar um Edward Cullen por lá??
É chato conversar com uma pessoa e saber que ela fala com você pensando: ‘é inteligente, mas não sabe nada da vida...’. Bem, na realidade eu não tenho como saber se elas pensam isso ou não, mas o fato é que é assim que eu me sinto. Talvez eu devesse ter saído mais ao sol e deixado os livros na estante apenas pegando poeira.
Hoje eu vejo o quão complexo é lidar com o ser humano e tenho tido o tempo roubado pensando a respeito desse assunto. Não sei se isso está diretamente ligado ao fato de ser ariana, ou a esse meu perfeccionismo nato. Mas desde pequena sempre fui competente em tudo o que me dispunha à fazer; aos oito anos diziam que eu seria arquiteta, aos dez estilista, aos doze cantora, aos quatorze escritora, com dezesseis, me tornei professora!
Até hoje as pessoas levam um susto quando vêem a estudante de ciência da computação dizer que é professora de música, assim como meus alunos, quando descobrem essa peculiaridade em minha vida. Estou tentando me entender, buscar o meu lugar neste mundo, apesar da extrema dificuldade que tenho em me adaptar a ele. Neste lugar onde os valores foram invertidos é difícil não se sentir uma aberração, um peixe fora d’água, ou borboleta num aquário. Não que eu vá pender para os errôneos caminhos que estão por aí, mas eu tento preservar a visão romântica do mundo, porém todos me desanimam nessa empreitada. O que querem então de mim? Se tento o que acho certo, me jogam um balde de água fria e não apontam uma solução plausível.
A maior parte do tempo me sinto velha. Quando eu era criança, pensava na adolescência, quando cheguei na adolescência, pensava na vida adulta. E hoje, no auge dos meus vinte anos, eu penso na velhice, se terei netinhos e em como será a minha morte. Ao mesmo tempo que coisas grandiosas passam pela minha cabeça, sinto também falta das coisas simples. Quando estou deprimida, fico a pensar em como é necessário tão pouco para ser feliz. Fico a pensar em como a sociedade, a mídia nos consome, nos torna escravos, fazendo-nos correr atrás de algo inalcançável, (pelo menos dessa forma).
Livros e mais livros dissertam à respeito da felicidade, como se ela estivesse num potinho escondido por aí, dissertam como se fossem um mapa de tesouro, dez passos para a direita, e então encontrarás um grande X no chão.. Por que não podemos encarar a vida como Drummond?
“(...)ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira: (...) Enlou-cresça.”
Lindo, não é? Um tempo desses eu cheguei à interessante conclusão que não há como não pensar que a vida adulta mata os nossos sonhos...... Durante a juventude, enquanto não temos uma torrente de responsabilidades assistimos a bons filmes, lemos bons livros e interessantes biografias. Chegamos mesmo a acreditar que podemos mudar o mundo, mas então, somos obrigados a estudar para ingressar numa universidade, depois trabalhar para alcançar o sustento, temos que ser bons todo o tempo por causa da concorrência, enfim. Toda essa gama de responsabilidades vai nos consumindo e aos poucos deixamos de lado aquilo que nos agrada, que nos faz feliz. A Felicidade é algo constante? Um tesouro que depois de encontrado, se terá para sempre? Não. Felicidade são momentos fugazes. E sabe de uma coisa? Eu fico feliz por ser assim!
E pra melhorar, à tarde, o quarteirão onde trabalho ficou sem energia, logo, a escola de música transformou-se numa grande sauna!
No fim da tarde recebi uma ligação avisando-me que minha aula de piano tinha sido cancelada! Só Deus sabe o quanto eu desejei isso por todo o meu dia.
Voltando pra casa (mais cedo), contente por aquela inesperada caminhada, um velhinho safado olhou pra mim e disse algo (rs) mas tá tudo bem porque eu não ouvi NADA, meus fones de ouvido estavam no máximo.
As pessoas olhavam pra mim, e eu realmente pude sentir que havia algo estranho no ar.
Porém até agora não descobri que coisa seria essa, mas o fato é que quase chegando em casa, passou por mim uma mãe (ou babá, ou tia, ou irmã) empurrando um carrinho de bebê.
E nele havia um garotinho de aproximadamente uns oito meses. E sabe o que ele fez????
Hum???
ELE SORRIU PRA MIM!!!
Mas foi um sorriso tão lindo, tão puro, e ele até se virou no carrinho, enquanto eu passava por ele, para sorrir pra mim!!
Depois disso que dia não se torna poético?
Claro que nem tudo saiu da maneira como eu esperava, eu tive chateações, chorei, mas quando eu lembro daquele sorrisinho.....!percebo que não há motivos porquê reclamar, afinal a vida é linda!