Você já praticou o perdão hoje, ontem ou alguma vez na sua vida?

Cá estou hoje perguntando a respeito do perdão, mas não apenas aquele perdão como um simples pedido de desculpas quando você pisa no pé do seu amigo, estou falando do verdadeiro perdão, aquele que nos faz relevar coisas difíceis de digerir.

É que isso aconteceu comigo este domingo. Eu fui ofendida, acusada de algo que não cometi e não foi muito legal. A verdade é que eu parecia uma barata tonta, porque eu não estava entendendo exatamente do que eu estava sendo acusada, meus olhos queriam se encher d'água, minhas pernas falharam naquele momento e imagino o quanto a outra pessoa ficou desconcertada no alto de sua ira ao perceber que eu não tinha feito nada daquilo que ele imaginara.

Ele me pediu desculpas desconcertado e se retirou.E como sempre acontece comigo, quando chega a calmaria é que percebo a tempestade,  só então as lágrimas começaram a rolar e eu quis - como sempre quando isso acontece - ir embora, deixar de mão o que eu tinha ido fazer ali, mas por algum motido dessa vez eu não só quis como engoli o choro, e tentei levar ao pé da letra as desculpas que eu tinha aceitado. E adivinhem... Foi TÃO bom!!

Sério! A sensação é meio esquisita no começo, mas depois você se acostuma, e você se sente muito bem por isso. Bem, todos sabemos que guardar rancor não melhora as situações formadas, não resolve e nem faz de nós pessoas melhores. No entanto essa não é uma tarefa fácil, na realidade são poucas as vezes que conseguimos perdoar de verdade quando alguém nos machuca, intencionalmente ou não. Mas de vez em quando isso acontece.

Acretido que nós deveríamos praticar isso mais vezes, e por mais que pareça clichê, rs, o mundo até poderia ser um lugar melhor em função disso!!  Às vezes quando alguém tem algum ente querido morto brutalmente e você assiste na TV o parente perdoando o criminoso, sei que tem muita gente que pensa "Ele (a) está de brincadeira...", porque não estamos acostumados com isso. Se não fosse assim, por que aquela expressão do Código de Hamurabi é famosa até hoje?Lembram-se? "Olho por olho, dente por dente"...

Crescemos aprendendo que quando somos ofendidos, quando tiram algo importante de nós, quando nos fazem mal de maneira geral devemos retribuir com mesma moeda. Mas o que acontece ao agirmos assim é que se portar como o "inimigo" não nos faz sentir nem sermos melhores. Por isso que tal tentarmos praticar de agora em diante o perdão? 

Buscando uma imagenzinha legal no Google pra ilustrar este post encontrei isso:
 
Que [me] faz refletir, não faz?

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Se eu tivesse personalidade....

...hoje indo para o trabalho eu teria aberto a sombrinha e me escondido embaixo dela como eu queria fazer.
Aqui onde eu moro é muito quente, e o sol, machuca de verdade a nossa pele. Mas hoje o dia estava nublado -  não chovendo - e ainda assim, estava quente, abafado, e a aragem estava me queimando. Eu queria demais abrir a sombrinha, mas a idéia das outras pessoas pensando no quão maluca eu era por fazer isso me aterrorizou, e eu vim cozinhando em banho maria até aqui.

Bem, o que a minha falta de personalidade (aqui no sentido de deixar de ser eu mesma por conta do que os outros irão pensar a esse respeito) tem  a ver com este blog?, Nada, eu acho, mas esse acontecimento me fez refletir sobre a grande quantidade de vezes que abrimos mão do que acreditamos ou de ser quem somos apenas por conveniência.

Esse é um dos preços que temos de pagar por fazer parte de uma sociedade que dita as maneiras como se portar, se vestir, conversar, enfim. É chato isso, nos sentirmos podados em relação à qualquer coisa. Pensar: "Eu queria fazer", ou "Eu teria condições de fazer", no entanto, por conta de valores impostos por outros ou pela maioria, nos vemos obrigados a abdicar uma série de coisas. Eu costumo dizer aos meus pais que se eu fosse homem, eu seria um mochileiro porque esse é um grande sonho meu. Talvez alguém poderia me perguntar: "E ser mulher é um fator relevante nessa decisão de não se tornar uma mochileira?" ^^ Pois eu digo que sim, ao menos no meu caso isso se aplica, por fatores sociais e biológicos.

Sabe, eu admiro muito aqueles que conseguem quebrar as regras, pois é graças a essas pessoas que o mundo têm mudado, tabus têm sido rompidos, ideias arcaicas têm sido deixadas de lado e algumas coisas têm mudado para melhor. Porém, o preço dessas atitudes 'rebeldes' às vezes é alto demais e nem todos estão dispostos a pagar por isso. É até engraçado eu filosofando daqui pensando no Martin Luther King e no Mahatma Gandhi que foram assassinados por defender aquilo que acreditavam e eu não conseguir abrir um guarda-chuva num dia nublado!!

Mas fica o pensamento... Não que tenhamos o dever de mudar o mundo ou coisa assim, mas que com certeza devemos buscar a paz interior, e pensar/pesar muito bem as situações que aparecem em nossa frente. Você aí do outro lado, já deixou de abrir a sombrinha alguma vez só porque não estava chovendo? Como você se sentiu depois disso? E hoje, você abriria a sombrinha num dia nublado?

E para encerrar o mês de janeiro, presumo, um link de uma imagem bem legal que eu descaradamente copiei do site "Netodays - REFLEXÕES", que mostra várias pessoas que "mudaram o mundo". :)





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Eu disse que não ia durar muito...

"Não existe certeza quando se trata de sonhos. Alguns se realizam porém outros tantos morrem. Quando isso ocorre, é quando alguns se perguntam para que continuar sonhando." (Retirado do episódio número 14 da primeira temporada de Everwood).

Pois é, aqui estou eu mais uma vez - parecendo um CD ralado que ficou tocando só um pedaço da música, sem seguir adiante e nem retornar. É que esses dias tenho andado inquieta e não tenho conseguido ordenar os pensamentos, o que não é bom. Então estava assistindo a esse seriado quando ele encerrou com essa frase, o que trouxe à tona essas coisas que tenho sentido, ou melhor, esses questionamentos que tenho levantado.

Dei uma passadinha na Wikipédia, pra pesquisar a origem da tão famosa expressão Carpe Diem. Aproveitar o dia, "colher o instante, sem confiar no amanhã", como diz lá, porém cada vez que penso nela (a expressão), mais vêm à consciência o quanto é difícil praticar isso de verdade. Tudo o que fazemos, o que pensamos, geralmente é depositando total confiança no amanhã. Nos últimos dias, eu tenho tentado exercitar o não-pensar-no-amanhã, e foi muito estranho, porque eu notei que grande parte do meu tempo, perco pensando no futuro!

Mas de que adianta pensar, planejar? Talvez projetos até se tornem concretos depois de muito esforço, mas sonhos.... A maioria deles vira alguma coisa, mas nunca como imaginamos.. Mas se é assim, POR QUE ainda insistimos em sonhar?

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O Grande Irmão e a política do Pão e Circo

Embora o livro '1984' ainda não tenha caído em minhas mãos, já ouvi falar de sua histórinha, e do trocadilho feito pelos criadores do - em minha opinião - maior programa do 'gênero' Pão e Circo do Brasil. Claro que estou falando do Big Brother Brasil, e de todos os outros programas do gênero, se a carapuça servir - e arrisco a dizer que serve.

É lastimável, a cada outubro ou agosto que chega, vê-los trazendo consigo aqueles comerciais anunciando que as inscrições estão abertas para mais uma leva de babaquice a ser exibida. E o mais chato da história, é que centenas de pessoas se inscrevem. Pessoas que contam as horas para a exibição de mais uma edição do programa. Elas adoram, se deliciam e ainda acham o máximo aparecer naquelas tomadas da Rede Globo e dizer quem é o preferido na Casa.

Que vida real há aí? As pessoas que estão lá não entram por acaso,  a maioria faz o tipo símbolo sexual, apenas como mais uma distração para as pessoas que não tem nada melhor para fazer depois que acaba a novela das 9. É bizarro como a sociedade se apóia nisso e acompanha vidrada a tudo o que acontece, como não têm consciência da inutilidade pública que consiste um programa assim ou se têm, não considera importante.

Só para efeito de levantamento de dados, enquanto escrevia esse texto fiz uma pesquisa no Orkut e verifiquei que a comunidade 'Big Brother Brasil 10' já conta com 1.117.740 (um milhão cento e dezessete mil setecentos e quarenta) participantes, ou seja, mais de um milhão de pessoas empenhadas em discutir as idiotices exibidas no programa. Eu tenho meu ladinho psicóloga de analisar o comportamento humano, mas assistir BBB, ou A fazenda já é demais para minha pessoa.

E provavelmente os dignos de estudo não são aqueles que estão dentro da(s) casa(s), mas os que estão fora. É terrível perceber que os grandes veículos de informação nacional têm como objetivo maior transformar essa nação num povo desprovido de raciocínio e/ou inteligência. Outra maneira de evidenciar isso é que os programas mais interessantes transmitidos em TV aberta são exibidos muito tarde. De outra maneira, para se ter acesso a entretenimento de qualidade e em horários convencionais, apenas pagando por isso. 

Nessas horas é perceptível como a História se repete! Como teoricamente evoluímos, mas no fim das contas o lado negro do ser humano - aquele dos que têm sede de dominar as massas - sempre está em algum canto apenas esperando uma oportunidade para se mostrar. Aconteceu há centenas de anos atrás na Roma antiga, aconteceu, de acordo com meu ponto de vista na Idade Média com a caça às bruxas, e acontece hoje através dos programas de TV, rádio e até mesmo através da Internet.

Infelizmente quadros assim não mudam de uma hora para outra, e a solução provavelmente viria pelas mãos da educação. Mas a educação aqui, assim como a programação dos meios de comunicação anda precária e tende a piorar ainda mais. O que fazer para nos salvar desse fenômeno tão desagradável? Como proteger a sociedade que hoje engatinha, mas que comandarão o amanhã?

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Dura realidade

No livro Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, o filósofo André Comte-Sponville diz o seguinte:

"A virtude ocorre, assim, no cruzamento da hominização (como fato biológico) e da humanização (como exigência cultural); é nossa maneira de ser e de agir humanamente, isto é (já que a humanidade, nesse sentido, é um valor), nossa capacidade de agir bem."
 Me chamou atenção essa afirmação porque nunca havia parado para pensar por esse lado - apesar de já ter assistido Tarzan - que nós somos resultado da combinação desses dois fatores.

Eu começei este post com essa citação, em função de uma dúvida que tem assolado minha mente já tem um tempo. Já foi citado aqui  sobre aquele polêmico - ao  menos para mim - seriado True Blood, de como ele resgata o lado animalesco do ser humano e tudo mais. E pensando nisso comecei a questionar sobre qual vantagem há em conhecer o mundo como ele é? Podemos nos tornar pessoas melhores por conhecer de perto as mazelas do mundo? Observando as barbáries que o homem comete faz de nós seres humanos mais fortes ou justos ou íntegros?

Os noticiários hoje viraram nota de falecimento ou de tragédias por todo o mundo. A coisa chegou a tal ponto que trinta pessoas perderem a vida de uma vez é algo comum. Como pode ser comum algo assim?
A verdade é que a maior parte do tempo não nos damos conta disso. Um exercício para tentar entender isso seria imaginarmos que trinta entes queridos morressem de uma vez. Doloroso, não? Quer dizer, é algo tão surreal, que mesmo tentando imaginar situação parecida, não conseguimos entender a gravidade da coisa toda.

Eu não quero defender uma visão restrita sobre o mundo atual, pelo contrário, o senso crítico deve ser sempre praticado, no entanto, vamos combinar, assistir um Jornal Nacional por semana talvez seja suficiente, já que as notícias são sempre de mesmo caráter. No post anterior, não sei daqueles que comentaram - ou não - quantos acessaram a palavra linkada 'virtudes'. Na realidade era um link do Jornal Hoje contando a história de um garotinho que virou notícia após entregar ao dono uma bolsa que havia sido perdida. A manchete diz o seguinte: "Menino devolve bolsa e dá exemplo de cidadania". E daí, você pensa: desde quando um "exemplo de cidadania" e honestidade tem que virar notícia? Isso é algo que deveria ser natural a todos, assim como hoje é natural as notícias de sequestro, roubo, atentados e assassinatos.



Concordo que precisamos sim de uns 'sacodes' de vez em quando. Para percebermos e levantar as mãos pro Céu e agradecer a vida que temos, e não apenas isso, mas sair do sofá e ir atrás de ações que estão ao nosso alcance e que irão ajudar um próximo que se encontra em situação pior que a nossa.
Eu acredito que as más notícias devam nos inspirar a praticar ações contrárias a isso, e não gerar um comodismo diante dessas situações, como vem ocorrendo.E você, como encara essa situação?

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Sobre frases prontas :)

Bem, esses dias tenho andado com muito bom humor, mas o meu questionamento principal refere-se à quanto tempo isso irá durar, e isso me fez voltar o pensamento para algumas frases prontas - três na verdade (!):
  • "O importante é a qualidade e não a quantidade."
  • "O importante não é vencer e sim competir."
  • "O bem sempre vence no final."
Alguém se opõe a qualquer uma dessas afirmações? Eu imagino que não.
Mas a questão aqui não é o quanto acreditamos nessas verdades, mas sim a nossa capacidade de aceitá-las numa boa. Vejam o que encontrei na Wikipédia:


Vocês se lembram como eu da decepção que ele ficou na época? Não só ele, mas todos que estavam confiantes na vitória?
Há certos tipos  de coisas que é muito fácil falar - principalmente para os outros - mas que quando  não saem da maneira esperada, causam 'feridas' em nossa memória, auto-estima e segurança.
E o que dizer então da primeira frase, 'o importante é a qualidade e não a quantidade'?! Estava eu visitando um blog - taste it, eu acho - quando vi a singela imagem:




E então me lembrei de quando criei esta página, com mil idéias, imaginando como seria todos os meus amigos lendo e comentando isso aqui - todo mundo imagina isso, não é verdade? - , o que não aconteceu. O que houve é que eu parecia uma histérica a cada novo post, implorando a eles com e-mails ou mensagens instantâneas para que comentassem as besteira que eu escrevia. E mesmo assim não adiantava!!

Mais uma vez a questão, é muito fácil dizer que o importante é a qualidade dos comentários e não a quantidade. Só que simplesmente quando você posta alguma coisa e ninguém comenta nada pra sinalizar que leu rende uma depressãozinha, não rende? Hoje eu já consigo conviver -muito bem- com isso, diga-se de passagem, mas no princípio não era assim.

E para encerrar as frases prontas: 'O bem sempre vence no final.' Mas aquele que nunca se cansou de ser bonzinho - pra não dizer otário - "que atire a primeira pedra". Diversas vezes nos vemos em situações em que decidimos fazer ou dar o melhor de nós, tentamos ser honestos, justos, sinceros e diversas na maioria das vezes somos taxados de ridículos ou coisa pior.

Sabe, ser bom ou não é algo muito pessoal. Se sempre vence no final, alguns dirão que sim e outros que não, mas seria ótimo se todos praticassem bondade no dia a dia. Bondade e outras virtudes mais.
Sei que viajei um bocado só com essas frases, mas o barato é justamente isso. Mas e você, o que acha de tudo isso, e mais importante, como lida com as frases prontas que vez ou outra apontam no horizonte? :)

* Agradecimentos especiais à minha amiga Kadilza que finalmente conseguiu definir o meu blog: Livre!

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Ahhh, olá 2010!


Olááá!! Como estou contente de estar de volta! Nas últimas vezes que estive malinando por aqui, acredito que o servidor do Blogspot estava mal humorado ou apenas tirando férias, por esse e outros motivos além da pausa para festas só agora retorno ao meu cantinho amado.

Nesses dias em que estive longe aproveitei para ler um pouco, já que é algo que simplesmente amo e durante o ano não posso fazê-lo devido a infinidade de responsabilidades e o pouco tempo para cumpri-las. Mas digamos que deu para tirar o atraso!

Bem, tive a oportunidade de terminar a série O Diário da Princesa e nem precisa comentar o quanto A-D-O-R-E-I! O fato é que Meg Cabot escreve muito e sabe expressar como ninguém a realidade, cotidiano, medos, inseguranças e histerias de uma menina  que aos poucos vai se descobrindo Mulher.

Também comecei o  Curso de Iniciação Logosófica. Embora seja um livrinho finíííínho e que qualquer um pode receber em casa gratuitamente clicando aqui, ainda não o terminei e sinceramente estou na maior dúvida. O caso é que é um daqueles livros que ficam te dizendo o tempo todo: "Nós vamos te ensinar isso e vai ser muito bom pra você!", mas nunca chegam no Isso de fato. E tem outra coisa também, o livrinho recomenda que se pratique a tal sabedoria logosófica que vai mudar minha vida o tempo todo, coisas do tipo. Vejam bem, não estou criticando o livro até porque ainda não concluí a leitura, porém não consigo afastar a estranha sensação de receio ao avançar cada página; porque dá uma ligeira sensação de lavagem cerebral, se é que me entendem. Estou sim em busca de novos pontos de vista, novas filosofias até, mas creio que para tudo existe um limite. O que quero dizer é o seguinte: não quero ficar maluca igual a um monte de gente quando leu o Código da Vinci e realmente acreditou nas palavras sensasionalistas do autor. Ou seja, tudo é uma questão de 'peneirar' as informações, extrair o que lhe é útil e botar fora o resto.

Continuando a dissertação sobre livros, tinha um tal de 'A cabana' lá em casa e eu olhei pro livro e pensei assim: "Por que não?" e lá fui eu. E que bela surpresa eu tive. Este é mais um daqueles livros que entraram para a coleção dos livros que um dia quero dar a todas as pessoas especiais à minha volta, para compartilhar tão boas experiências.



O livro - roubando as palavras de alguém na internet - é  “Um encontro com Deus".  Você já teve a sensação ao ler algo que é como se aquelas palavras fossem dirigidas especificamente à você? Bem, foi isso o que senti e a julgar por uns testemunhos encontrado nesse site, não fui a única a desenvolver tal sentimento.
O questão é que quando o assunto é Deus, geralmente sentimos um certo desconforto (não é?) porque simplesmente a pessoa mais inteligente da Terra ainda não será capaz de traçar um perfil completo d'Ele, quer dizer, na nossa humanidade, na nossa limitação, por mais que criemos alguma intimidade com Ele, sempre Ele nos conhecerá melhor e não o contrário. E sejamos sinceros aqui: isso às vezes afeta o nosso ego.

O que posso dizer mais a respeito disso é que se você é como eu (ou não) que passa horas pensando na vida, observando as peculiaridades deste insano (?) mundo em que vivemos, tem grandes chances de gostar do livro,  e mais importante: aprender com ele. Considerando que vamos adquirindo maturidade e sabedoria ao longo desta vida através das experiências e de algumas abençoadas parábolas sugiro que não deixem este livro de lado!

***

Bom, eu não sei se já comentei aqui que não sou muito chegada em livros de auto-ajuda. No entanto por mais contraditório que isso seja, existem alguns livros fictícios que deixam mensagens tão legais que podem acabar classificados como desse gênero e que sugiro para todos um dia possam ler, são eles:




O livro traz uma narrativa partindo da suposição que ao morrer cada um de nós encontra cinco pessoas que foram essenciais em nossa existência. Mitch Albom conta essa história através do personagem Eddie, um senhor que morre ao completar 80 anos. E ao longo da história ele mostra à Eddie e ao leitor como somos especiais. :)







            E o outro, aliás, os outros livros foram escritos por esse senhor aqui. Ele é J.J. Benítez e escreveu a coleção Operação Cavalo de Tróia. Até hoje apenas li o primeiro volume (Jerusalém), mas não deixa de ser perturbador e certamente fará você rever algumas opiniões.








Pois é..Acho que encerro aqui hoje. Mas falei, falei contudo gostaria muito de ouvi-los a respeito dos "assuntos" que levantei aqui. Ficou claro? Não? Bem...! Você já leu algum desses livros citados - não o Diário da Princesa!! -  mas e os outros? Houve algum livro que operou mudanças em sua vida, maneira de pensar, agir, enfim... Falem comigo!

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